O quê?




O jogo da vida é sempre feito de perguntas. Nascemos destinados a encontrar o porquê das coisas. O tabuleiro é cheio de peças e sempre buscamos adivinhar a melhor jogada. Ao respondermos uma pergunta partimos para próxima.  As interrogações têm sempre relação umas com as outras.

”O QUÊ?” é um poema que nos lembra que o jogo tem que ser jogado. Deixar que as coisas simplesmente aconteçam não convém. Criamos a estratégia a partir de um punhado de possibilidades – todas submetidas a um mesmo destino, congruentes de um mesmo mundo, mas inteiramente novo a medida que nos permitimos não saber.


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