Palavras vistas (ou não)

Compreendida ou não, toda palavra é tácita em si mesma. Ela diz aquilo para qual está posta, mas carrega incontáveis significados. A palavra por ela mesma será sempre a casca. Machuca mais o motivo de um tapa na cara do que a intensidade da dor.
“PALAVRAS VISTAS (OU NÃO)” é um poema que nos lembra que as palavras cortam e remediam. Esquecendo o exagero de quem fala ou a frieza de quem ouve, a palavra sempre nos cobrará a outra face.
***

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *